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Eduardo Cunha é afastado da presidência da Câmara

O dia em que Eduardo Cunha (PMDB/RJ) foi afastado do mandato de deputado federal e, consequentemente da presidência da Câmara dos Deputados, começou agitado. A notícia de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki determinou o afastamento à pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), surpreendeu muitas pessoas logo cedo.
A argumentação do procurador geral da República, Rodrigo Janot, foi que Cunha estava atrapalhando as investigações da Lava Jato. A peça que chega a classificar o deputado afastado como “delinquente”, aponta 11 situações que comprovariam o uso do cargo pelo peemedebista para “constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embargar e retardar investigações”. “O afastamento de Eduardo Cunha, mesmo que de forma tardia, é uma vitória da sociedade brasileira. Mas ainda há muita luta para resgatar a dignidade do Parlamento. Cunha é uma pessoa finalmente considerada inapta não só para exercer a presidência, mas também exercer seu próprio mandato”, afirmou a deputada federal Margarida Salomão (PT/MG)
A comprovação da incapacidade moral de Eduardo Cunha de presidir um dos poderes do país, mostra como o processo de impeachment, posto em tramitação por Cunha, é viciado. Um criminoso conduziu um processo de impeachment contra uma presidenta que não é sequer investigada, e não cometeu crime de responsabilidade. Claramente um golpe dado contra o voto popular.
MULHERES ASSUMEM O PODER

Sessão não deliberativa de debates. Dep. Moema Gramacho (PT-BA)  Data: 05/05/2016

Sessão não deliberativa de debates. Dep. Moema Gramacho (PT-BA)
Data: 05/05/2016

O deputado Waldir Maranhão (PP/MA) que passou a ser o presidente da Câmara com o afastamento de Eduardo Cunha, encerrou uma sessão no Plenário pra impedir que os microfones fossem usados. Mesmo assim, várias deputadas, mais uma vez, ocuparam a mesa diretora e a tribuna. “Nós estamos em uma sessão inédita na Câmara dos Deputados. Agora, temos no comando uma pessoa bem diferente do presidente afastado. A deputada Luiza Erundina tem caráter, uma reputação ilibada, uma vida como democrata. Precisaríamos disso para que esse poder merecesse o respeito do cidadão brasileiro e não fosse exposto à situação ridícula do dia 17 de abril, conduzido por Eduardo Cunha”, disse a deputada federal Margarida Salomão (PT/MG), que ocupou uma das tribunas e fez a sua fala mesmo com os microfones desligados.
No final do dia, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)concordaram que Cunha não tem “condições pessoais” de estar na linha sucessória da Presidência da República por ser réu em ação penal na corte. Fogos de artifício foram soltados ao lado da Câmara dos Deputados