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Mulheres na política: mais direitos e nenhum retrocesso

A luta das mulheres é uma luta universalista, uma luta por direitos, por um mundo melhor. É a luta contra a violência, pela igualdade na remuneração, pela valorização do trabalho que não é convertido em moeda, como o realizado pelas donas de casa.

Entre a conquista do direito ao voto, ainda restrito, em 1932, até a igualdade de gênero expressa em Lei, na Constituição Federal de 1988, mais de meio século se passou. Legislação e políticas públicas específicas para a redução das desigualdades entre homens e mulheres só aconteceram recentemente, na última década.

A Lei Maria da Penha, em 2006, é um marco na proteção às mulheres. A tipificação do feminicídio, aprovada em 2015, é uma nova vitória.

Mas ainda temos muita luta pela frente. Como parlamentar, minha contribuição e defender nossas pautas, atuando principalmente no combate à violência contra a mulher e buscando ampliar a participação feminina nos espaços de poder. Conto com você!

Margarida Salomão

Deputada Federal (PT-MG)

 

A realidade das mulheres brasileiras

 

|Violência

“Quando se pode ter o estupro tratado como premiação, ‘você não merece ser estuprada’, declarado publicamente e impunemente na Câmara, fica evidente que a nossa luta pela garantia de direitos é enorme.”

Uma mulher é estuprada a cada 4 minutos.
8.º Anuário Nacional de Segurança Pública
3 em cada 5 mulheres jovens já sofreram violência em relacionamentos.
Instituto Avon em parceria com o Data Popular (nov/2014)
77% das mulheres em situação de violência sofrem agressões semanal ou diariamente.
Em 94% das denúncias, o autor da agressão foi o parceiro, ex ou um familiar da vítima.
Em 64,50% dos casos, os filhos presenciaram a violência e em 17,73%, além de presenciar, também sofreram agressões.
Dados dos atendimentos realizados de janeiro a junho de 2014 pela Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR)

“As mulheres brasileiras são educadas para acreditar que o seu melhor papel não é aquele em que são protagonistas. Mas quando começam a trabalhar, há uma reconfiguração da família. Elas não desistirão das suas atividades econômicas, da luta. A desigualdade de gênero aflora como pauta política.”

Mais autonomia econômica e luta por participação política

 

|Avanços

As brasileiras engravidam menos na adolescência, estudam mais do que os homens, aumentaram a participação no mercado de trabalho e conseguiram ampliar seus rendimentos.

A renda mensal das mulheres cresceu 12,8% enquanto a dos homens 3,6%. IBGE Censo 2010

| Desigualdade

A renda média das mulheres é quase 30% menor que a dos homens.
O rendimento médio das mulheres pretas ou pardas corresponde a 35% do vencimento médio dos homens brancos.
As mulheres rurais recebem 30% da renda média dos homens.
30,4% das mulheres trabalham sem receber nada.

IBGE Censo 2010

| Subrepresentação

“A pauta das mulheres na Câmara atualmente é uma pauta subordinada, porque nós somos minoritárias e dependemos da boa vontade dos homens. Se tivermos mais mulheres ocupando espaços de decisão, teremos mais conquistas.A grande a luta é pela reforma política, pela ampliação da nossa representação.”

Mulherada