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Ato nacional contra a PEC da Corrupção reúne mais de mil pessoas em Brasília nesta terça

Mais de mil pessoas, vindas de todas as regiões do país, estarão em Brasília nesta terça-feira,  26 de maio, para denunciar a votação da PEC 352, a chamada PEC da Corrupção, que pretende constitucionalizar o financiamento empresarial das campanhas eleitorais e provocar enormes retrocessos no sistema eleitoral do país. A manifestação acontece no dia marcado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para iniciar a votação da Reforma Política.

Nesta segunda-feira (25), por determinação do deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ),  foi cancelada, de última hora, a votação do relatório da Reforma Política na Comissão Especial criada para analisar o tema. A medida, na avaliação das organizações e movimentos sociais, é mais uma afronta do Parlamento a um debate sério sobre este tema.

A mobilização contra a PEC da Corrupção teve início às 9 horas, com a realização de um seminário sobre Reforma Política e Direitos Humanos, no plenário 1 do anexo II da Câmara, e com uma Plenária Nacional do Plebiscito pela Constituinte, no gramado do Congresso. A campanha reúne mais de 500 organizações de todo país e, em setembro de 2014, mobilizou 8 milhões de brasileiras e brasileiros em um plebiscito popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. No período da tarde, às 14h, acontece o Ato contra a PEC 352 e, para às 15h, foi convocado o tuitaço #NãoàPECdaCorrupção.

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Para os organizadores do ato, a Reforma Política feita nos moldes em que está proposta pela maioria do Câmara dos Deputados representa, na verdade, um retrocesso. Com a constitucionalização do financiamento empresarial das campanhas, a aprovação da PEC reforçará ainda mais o poder econômico sobre o atual sistema político, onde se elege quem tem mais dinheiro.

“O financiamento empresarial das campanhas representa o início do processo de corrupção no país, onde os parlamentares eleitos passam a  representar os interesses das empresas que apoiaram sua candidatura e não de seus eleitores. Na prática, é um verdadeiro estelionato eleitoral”, destaca Paola Estrada, da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito Constituinte.

As organizações envolvidas na campanha também são contra a mudança do sistema eleitoral para o chamado “distritão” e defendem mecanismos de garantia da ampliação da participação das mulheres na política. A mobilização pretende mostrar aos deputados e deputadas o descontentamento da sociedade civil com as propostas que vem sendo defendidas por parcela significativa da Câmara, que podem levar à aprovação de uma contra-reforma política.

 

Fonte: Pec da Corrupção