Fale com a Margarida

Mande uma mensagem para a Deputada que ela
te responderá em breve.

Gabinetes

Brasília - DF

Câmara dos Deputados Anexo IV, Gabinete 236,
(61) 3215-5236 - dep.margaridasalomao@camara.leg.br

Juiz de Fora - MG

Av. Rio Branco 2370, 1301, (32) 3236-2857

BELO HORIZONTE - MG
Avenida Barbacena, 1018, sala 805, (31) 3504-9736 margaridasalomao.assbh@gmail.com

Fale com a Margarida

Choque de gestão tucano deixou rombo de R$ 7,2 bilhões em Minas Gerais

O Governo de Minas Gerais apresentou nesta segunda-feira (6) os resultados de uma ampla auditoria nas contas do Estado, realizada nos três primeiros meses da gestão do atual governador, Fernando Pimentel (PT). Os números mostram que Minas Gerais tem um rombo orçamentário de R$ 7,2 bilhões, ou seja, o Estado gasta muito mais do que arrecada.

O balanço revela a situação deixada pela gestão anterior, de Antonio Anastasia, que sucedeu o senador Aécio Neves, ambos do PSDB. Começa a ser desvendada a verdadeira face do choque de gestão, bandeira política de Aécio.

O diagnóstico revela a condição encontrada desde que Pimentel assumiu como governador, em 1º de janeiro. Foi exposta a situação real do Estado nas áreas de água, agricultura, cultura, desenvolvimento social, educação, gestão e obras, inovação, saúde, meio ambiente e segurança. O balanço mostra um quadro caótico em todas as áreas. O governador afirmou que será necessária a compreensão da população sobre as limitações que a gestão irá passar e salientou que não pretende buscar culpados, mas, sim, permitir o início de uma nova forma de administrar.

Segundo as informações, em 2014, o Estado fechou o ano com uma dívida consolidada de R$ 94 bilhões. Cerca de 98% do valor, refere-se a contratos de empréstimos com bancos estrangeiros e públicos, instituições de fomento e, principalmente, ao endividamento estadual com a União. Os outros 2% provêm de obrigações com institutos previdenciários como os pagamentos de pensões e aposentadorias.

Com a desorganização das contas, obras e convênios firmados no passado foram paralisadas pela gestão tucana. De acordo com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, 346 obras foram paralisadas por falta de recursos, além de outras 151 que seriam financiadas por bancos de fomento, como o BNDES, Banco do Brasil e Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Na educação, segundo o diagnóstico, Minas Gerais vive duas realidades distintas no ensino público. No fundamental, responsabilidade dos municípios e do Estado, está entre os líderes nos rankings de avaliação nacional. Porém, no ensino médio, majoritariamente gerido pelo governo estadual, a situação é ruim. Os problemas começam na falta de estrutura básica das 3.654 escolas estaduais mineiras onde estudam 2,2 milhões de alunos com reflexos diretos no aprendizado. Cerca de 14% dos jovens mineiros de 15 a 17 anos estão fora da escola. Em abril de 2014, a administração adquiriu 3.500 tablets, por R$ 2,3 milhões, que deveriam ter sido distribuídos aos professores da rede de ensino superior, mas os equipamentos não foram entregues e ficaram abandonados em um galpão particular, próximo da Cidade Administrativa.



penas-tucanos-tuinter

Má gestão da água

Outro importante ponto revelado no levantamento é a existência do risco de desabastecimento de água da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo as informações, falta uma política de preservação dos recursos hídricos. Além de ter chovido abaixo da média histórica durante dez meses em 2014, o governo anterior não tomou nenhuma medida para restringir o consumo. Agora, a consequência direta é o risco racionamento em 2015.

A má gestão dos recursos hídricos parece ser uma marca dos governos tucanos. São Paulo, governado por Geraldo Alckmin (PSDB), vive uma grave estiagem e crise de abastecimento de água na região das bacias fluviais que alimentam o sistema Cantareira, principal fornecedor de água para a população da Grande São Paulo.

A mudança em Minas

Minas Gerais, o segundo colégio eleitoral do país, foi fundamental para a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT) e sinalizou o desejo de mudança elegendo, após doze anos governado pelo PSDB, o governador petista Fernando Pimentel, ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior de Dilma.

 

Para a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG), os mineiros deixaram claro nas últimas eleições de que a forma de governar tem de mudar. “Estamos construindo um governo transparente, com participação popular. É essencial que a população saiba a situação na qual o Estado foi deixado pelo governo anterior para que entenda e valorize as mudanças que o atual está realizando”, afirma.

 

O governo de Minas lançou um site para apresentar e manter atualizada a real situação do Estado. Acesse AQUI.