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“Condenação e prisão de Lula são fruto de uma convicção militante”, afirma Margarida Salomão

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) utilizou o grande expediente da sessão ordinária desta terça (10) na Câmara dos Deputados para criticar diversos aspectos da prisão do presidente Lula, ocorrida no sábado (07). “A condenação e prisão de Lula são fruto de uma convicção militante, que transformou uma sentença judicial num ato de perseguição política”, afirmou.

A parlamentar ainda associou o episódio à sessão do Supremo Tribunal Federal, que analisou um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa Lula antes de avaliar ações que solicitaram nova compreensão sobre a prisão de réus após condenação em segunda instância.

“A prisão de Lula se deve também ao capricho da presidenta do Supremo, que pauta o que quer, como quer, e assim incide no resultado de uma votação fundamental. A prisão de Lula também se deve a uma ministra que proferiu em sânscrito o mais agudo dos paradoxos, votando contra sua própria opinião”, disse.

Margarida ainda avaliou a prisão como expressão da crueldade com que as classes dominantes brasileiras sempre trataram aqueles que lhe fazem oposição. Nesse sentido, lembrou Felipe dos Santos, condenado à morte durante a Inconfidência Mineira, e a vereadora carioca Marielle Franco, executada recentemente.

A deputada lembrou ainda que, à despeito de toda ofensiva contra Lula, uma verdadeira multidão esteve em São Bernardo do Campo para demonstrar seu carinho por Lula – segundo ela, uma multidão de “sem-teto, de sem-terra, de sem emprego, de sem direito, mas de pessoas com coragem, com esperança, com vergonha na cara”.

Encerrando seu pronunciamento, Margarida enfatizou que agora a luta é pela liberdade de Lula e pela restituição da verdade sobre ele. E isso se fará atendendo um pedido do próprio Lula: “Nós seremos sua voz, se ele não pode falar, nós seremos seus braços, se ele não puder brandir a luta pela liberdade, seremos suas pernas, indo a todo lugar”.