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Cortes orçamentários nas universidades afetam diretamente desenvolvimento do país, afirma Margarida

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) reforçou em audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, dia 10, que a revogação do teto de gastos é o primeiro passo para acabar com a crise nas universidades públicas. “Num momento em que as universidades estão em plena expansão, é um absurdo que os cortes de orçamento ocorram justamente na educação, saúde e políticas sociais. Não falta dinheiro para os bancos, mas falta para os que mais carecem de atenção do Estado”, afirmou a parlamentar.

Os cortes públicos e o teto orçamentário de gastos têm promovido o sucateamento das 63 universidades públicas federais do país. Em debates realizados no Congresso Nacional, representantes das instituições de ensino superior e dos estudantes são unânimes ao afirmar que o sucessivo corte nas verbas para investimentos tem gerado a mais séria crise financeira já vivida pelo setor.

Foto: Lula Marques

Foto: Lula Marques

Para Margarida Salomão, que preside a Frente Parlamentar Mista pela Valorização das Universidades Federais, o corte “mais cruel” é o de custeio, que afeta a manutenção dos alunos mais vulneráveis em termos econômicos nas universidades. “Muitos alunos vêm de famílias que possuem renda de até dois salários mínimos. Essas pessoas precisam ser amparadas, precisam ter seu esforço reconhecido para se manter na universidades. Então, os cortes nas bolsas, nos restaurantes e nas moradias dos universitários impactam decisivamente para aumentar as desigualdades no acesso ao ensino superior”, destacou Margarida.

A deputada ainda aponta que, com os cortes no orçamento, há universidades fechando laboratórios, suspendendo projetos de pesquisa e comprometendo a aquisição de equipamentos e a respectiva manutenção dos serviços. “Isso vai custar caro para o país, pois dificulta a recuperação da qualidade do ensino superior brasileiro e afeta diretamente o desenvolvimento do nosso país”, finalizou a parlamentar.