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DCE: Margarida defende plebiscito como melhor alternativa para reforma política

Margarida em evento

Em debate sobre as propostas de reforma política para o país, a deputada federal Margarida Salomão defendeu a realização do plebiscito, sugerido pela presidenta Dilma Rousseff. De acordo com a parlamentar, esta é a única maneira de superar o conjunto de interesses que tem impedido o avanço deste tema no Congresso.

A declaração foi feita durante mesa sobre reforma política, promovido na noite desta quinta, 18, pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Para Margarida, mais uma vez fica evidente como não se pode esperar que os deputados e senadores promovam mudanças que podem prejudicar sua própria permanência no Congresso.

“Infelizmente, muitos dos parlamentares brasileiros veem a política como uma profissão, e se sentem ameaçados diante de qualquer possibilidade de mudança. Por isso o projeto apresentado pelo deputado Henrique Fontana [PT-RS] não prosperou. Por isso o presidente da Câmara, Henrique Alves, criou esta nova comissão, para sepultar de vez qualquer alteração de maior impacto”, disse

Diante deste cenário, a alternativa do plebiscito é a que tem maior viabilidade, segundo Margarida. Para ela, esta possibilidade vai ao encontro dos anseios da juventude que foi às ruas em junho – que se cobravam textualmente uma reforma política, demonstraram claramente o quanto o atual modelo político não os representa. A deputada disse ainda discordar dos que não acreditam que este tipo de escolha, por sua natureza técnica não deva ser submetido à população. “Nossa democracia reconhece no povo a capacidade de escolher seus representantes. Esta mesma capacidade permite escolher sobre o sistema político mais apropriado”.

Margarida lembrou ainda que a reforma deve buscar democratizar ainda mais o sistema político brasileiro, criando novos instrumentos de participação. Trata-se de algo necessário para se mudar a visão que se tem atualmente da política. “É muito importante lembrar que, quando uma pessoa vai às ruas exigir algo, ela está fazendo política. É algo que você realiza, quando abraça uma causa, disputa, defende uma posição. Você não precisa ter uma profissão de político para isso! Em todos os lugares que vou gosto de repetir que sou professora, antes de mais nada”.

Durante o debate, Margarida ainda defendeu as propostas apresentadas pelo Partido dos Trabalhadores para a reforma política. Ela defendeu em particular a proibição do financiamento das campanhas eleitorais a partir de doações de empresas privadas – o que deve ser substituído por um modelo de financiamento público. “Se conseguirmos realizar esta mudança, já teremos dado um passo significativo. Tornaremos as eleições mais baratas, mais justas, mais democráticas. É urgente impedir que o poder econômico continue interferindo sobre as prioridades do país, entre elas as políticas”.