Fale com a Margarida

Mande uma mensagem para a Deputada que ela
te responderá em breve.

Gabinetes

Brasília - DF

Câmara dos Deputados Anexo IV, Gabinete 236
CEP 70160-900 Fax: (61) 3215-2236
(61) 3215-3236

Juiz de Fora - MG

Av. Barao do Rio Branco 2370, 1301
Centro - Cep 36016-910
(32) 3236-2857

Fale com a Margarida

“Invadir a UFMG e prender o reitor é um tapa na cara de todos nós”, afirma Margarida Salomão

A deputada Margarida Salomão, presidenta da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Federais, afirmou nesta quarta-feira (6) que é uma violência inadmissível a condução coercitiva do reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramirez, e da vice-reitora, Sandra Regina Goulart Almeida, promovida pela Polícia Federal durante a Operação Esperança Equilibrista. Nesta manhã, ainda foram conduzidos coercitivamente a professora Heloísa Starling, uma das maiores historiadoras brasileiras, o ex-ministro e ex-reitor, Clério Campolina e o ex-reitor Ronaldo Pena.

Na tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados Margarida Salomão fez duras críticas à operação. Isso é uma violência, uma violência simbólica, uma violência inadmissível.https://www.brasil247.com/pt/247/minas247/330757/Margarida-Salom%C3%A3o-condu%C3%A7%C3%A3o-coercitiva-de-reitor-da-UFMG-%C3%A9-‘viol%C3%AAncia-inadmiss%C3%ADvel’.htm

A parlamentar destacou que o reitor e a vice-reitora não se negaram em momento algum a dar informações sobre qualquer suspeita administrativa. “Prender o reitor da UFMG, é um tapa na cara de todos nós. É uma afronta. É uma violência inapropriada, deliberada e inadmissível”, afirmou.

Segundo ela, a operação é uma repetição maximizada do que aconteceu na Universidade Federal de Santa Catarina e acabou com a trágica morte do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier, “um homem inocente que,  como tantos que trabalham na Universidade, tem como seu único bem a reputação”.

A deputada lembrou que a Operação que teve Cancellier como um dos alvos teve como origem uma “trapalhada” e um abuso da Polícia Federal, que sem motivos praticou intimidação e violência.

“Agora em Minas Gerais esse absurdo se repete maximizado. É preciso lembrar que a UFMG é uma das maiores Universidades brasileiras. É de um projeto acadêmico que estamos falando. Essa violência ainda é pior porque ela arrasta pra suspeita suja o estudo da anistia brasileira, o estudo dos excessos da ditadura, as terríveis memórias da ditadura que também invadiu os Campi, prendeu, caçou, torturou e matou”.