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Investir em Ciência e Tecnologia é defender a soberania nacional, diz Margarida

“Investir contra a Universidade em um país é investir contra a sua soberania. Fui reitora durante o segundo mandato do Fernando Henrique Cardoso. Sei muito bem do que se trata. Eles desejam um país de cócoras quando investem contra as universidades. Desenvolvimento autônomo é algo absolutamente impensável sem investimento em ciência e tecnologia nacional”, afirmou a deputada federal Margarida Salomão em reunião realizada no último domingo (29) com os reitores das universidades e institutos federais de educação de Minas Gerais, com Lula, Dilma Rousseff, o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, entre outras autoridades ligadas ao tema.

Presidente da Frente Parlamentar pela Valorização da Universidades Federais e ex-reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora por dois mandatos (1998-2006), Margarida destacou a importante contribuição que a rede pública de ensino superior oferece para o desenvolvimento econômico no Brasil.

“A interiorização das Universidades e dos Institutos federais são as principais ferramentas de desenvolvimento regional com que o Brasil conta. Não só porque faz com que o recurso chegue ao município, mas porque faz uma coisa revolucionária – fixar os quadros de excelência em suas próprias regiões”, analisa a deputada.

Margarida finalizou sua fala comentando a falta da autonomia da educação superior no Brasil. “Conseguimos promulgar, e eu tenho a honra de se20171030-reunião-com-lula-e-reitores_SITE_2r autora da Emenda Constitucional 85/2015, que constitucionalizou a Ciência, Tecnologia e a Inovação no Brasil. Depois surgiu a Lei do Código da Ciência, lei 13.243/2016. Se ela for praticada, nós resolvemos os problemas de deficiências administrativas de lidar com autarquia e daremos um salto em termos de parceria do sistema produtivo brasileiro com o que as Universidades e os Institutos federais já produzem”, finalizou.

Mulheres

Durante o encontro, Margarida destacou o protagonismo feminino no ambiente acadêmico. “Hoje, graças a nossa política de expansão com o Reuni, os governos Lula e Dilma e a nossa política de cotas, há mais mulheres que homens dentro da Universidade. Tanto estudando como na docência. Este fórum aqui (reunião de reitores de Minas Gerais com Lula) ainda está sub-representado tanto de negros como de mulheres, mas tenho certeza que ao final do próximo mandato de Lula, teremos um grupo mais representativo”, encerrou.