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Parlamentares e Sindicato dos Metalúrgicos atuam em várias frentes para evitar saída da Mercedes de Juiz de Fora

A deputada federal Margarida Salomão recebeu, nesta segunda-feira (18) em seu gabinete, diretores do Sindicato dos Metalúrgicos e vereadores para discutirem ações que possam manter o total funcionamento da montadora Mercedes Benz em Juiz de Fora. Centenas de trabalhadores e trabalhadoras podem perder seus empregos, caso sejam confirmadas as transferências do desembaraço das Sprinters para o Espírito Santo e da produção do caminhão Actros para São Bernardo do Campo (SP). Participaram do encontro o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Juiz de Fora, João César da Silva, os vereadores Juraci Scheffer, Antonio Aguiar, Rodrigo Mattos, Kennedy Ribeiro, Vagner Oliveira, Zé Márcio (Garotinho), representantes do mandato do vereador Marlon Siqueira e outras lideranças sindicais.

“Há muitos rumores sobre a saída da empresa de Juiz de Fora. A nova especulação trata da transferência da montagem dos caminhões da Actros, principal atividade da planta local. É crucial termos esse movimento coletivo em defesa da manutenção dos empregos na cidade. Eu já me comprometo a encontrar com os outros deputados federais com base em Juiz de Fora e senadores para alertar sobre esse risco iminente para o município”, destacou a parlamentar.

Além da movimentação da deputada, os vereadores farão uma carta convocatória ao Executivo Municipal para tratar do risco iminente de demissões e o impacto na queda de arrecadação de impostos para o município. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, em março, já está agendada uma reunião entre o vice-presidente de Recursos Humanos da Mercedes-Benz, funcionários da empresa e integrantes do sindicato.

A mobilização prévia busca alertar os agentes públicos para o impacto dessa possíveis mudanças para a cidade já que a redução das atividades na fábrica de Juiz de Fora significa menor arrecadação para o município e para Minas Gerais. O conjunto de ações também inclui reuniões com o Governo do Estado de Minas Gerais já que, pelo menos no caso das Sprinters, trata-se de “guerra fiscal”, uma vez que o estado do Espírito Santo tem tributação mais baixa do que a mineira.

“Contamos com o envolvimento de todos que se importam com o município, para que possamos interceder em todas as esferas possíveis, evitando não só a perda de empregos, como também a perda de arrecadação, nesse momento de grandes dificuldades econômicas”, ressaltou Margarida.