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Margarida acompanha a 7ª Marcha a Brasília das centrais sindicais

Marcha Sindical

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) esteve presente, nesta quarta-feira, 6 de março, na 7ª Marcha a Brasília, organizada por seis centrais sindicais e diversos movimentos sociais. Cerca de 50 mil trabalhadores percorreram parte do Eixo Monumental, com o objetivo de chamar a atenção para a pauta composta por 12 itens. Entre elas, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução salarial e o fim do fator previdenciário.

Sobre o fim do fator previdenciário, Margarida acredita que a continuidade da mobilização dos trabalhadores é essencial para que o tema seja debatido em Brasília. “Trata-se de um tema que já se arrasta há muito tempo e que merece uma solução rápida, para benefício de nossa população. Considero compreensível que parte deste tempo tenha sido utilizada na busca de uma solução pactuada. No entanto, já é tempo de uma conclusão.”

Especificamente sobre a redução da jornada de trabalho, a deputada enxerga a proposta como um benefício ao trabalhador. “É preciso lembrar que a redução da jornada de trabalho foi implementada em países como Alemanha, Canadá e Estados Unidos, sem qualquer impacto negativo naquelas economias. É hora de esta proposta ser efetivamente debatida no país, entrando na pauta do Congresso. O assunto precisa ser discutido de forma mais resolutiva entre os pares. Mais importante é que o interesse dos trabalhadores seja resguardado.”

A marcha foi organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), reunindo ainda trabalhadores da Força Sindical, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da União Geral dos Trabalhadores (UGT), da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB).

Também na pauta do movimento estão itens como a retomada dos assentamentos de reforma agrária, a destinação de 10% do PIB para a educação, a negociação salarial coletiva no setor público, a reforma agrária, 10% do orçamento da União para a saúde, o combate à demissão imotivada, a valorização das aposentadorias e a equiparação entre os salários de homens e mulheres para a mesma função.