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Margarida busca soluções para conjuntos habitacionais populares

Conhecer os conjuntos habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida é uma agenda que a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) dedica especial atenção. Foi assim que ela conheceu Luciana Moreira, síndica do Residencial Bela Vista, localizado no bairro Santa Isabel, Juiz de Fora, entregue em 2012. “Nós conseguimos melhorar as coisas aqui com muita luta, mas ainda temos inadimplência e pagamos pela confusão da administradora anterior, principalmente em relação à água”, conta a liderança comunitária que participa da associação de moradores e dos conselhos local e regional de saúde. Ela também relatou que há vandalismo.

Margarida ouviu as demandas dos moradores e se comprometeu a intermediar junto aos órgãos competentes. Eles reivindicam a construção de um muro, o asfalto e melhorias na área de lazer que foi depredada. “Temos um trabalho em duas frentes. Um é institucional, conversando com a Caixa Econômica e a Em Casa para resolver as pendências e buscar melhorias, o outro é interno, conscientizando os moradores de que esse patrimônio é deles e, por isso, deve ser cuidado”, falou a deputada.

Residencial Miguel Marinho

Outro conjunto habitacional que tem muitas demandas na cidade é o residencial Miguel Marinho, situado próximo ao bairro Ponte Preta. Com 344 apartamentos, não possui condomínio e o calçamento está muito danificado, comprometendo a passagem do ônibus, segundo relato de Eliana Benedito Miguel, liderança comunitária residente no local. A reclamação principal da moradora é com relação às ocupações irregulares.

“Como tem muitas casas abandonadas, algumas pessoas depredam tudo ou invadem as casas vazias. A gente acha que tinha que ocupar logo. Eu mesma tenho duas filhas que queriam morar lá, mas não liberam”, queixa-se da burocracia que acaba favorecendo a entrada de estranhos à comunidade.

Eliana também falou que existem unidades com rachaduras, que podem estar comprometidas. Margarida lembrou que, neste caso, tanto a Caixa Econômica quanto a construtora são devidamente responsabilizados. “Falhas de projeto têm que ser corrigidas e isso já foi reparado em outras obras”, ressaltou.

Reunião na Caixa Econômica

Para sanar dúvidas e buscar soluções, o mandato vai agendar um encontro na Caixa Econômica, com a presença da deputada e a participação de lideranças dos dois conjuntos habitacionais. Também serão marcadas outras reuniões e formas de atender as demandas dos moradores serão negociadas com os órgãos compententes.

Solidariedade

Os problemas estão sendo acolhidos solidariamente pela Associação de Moradores do bairro Ponte Preta. O presidente da entidade, Cláudio Raul e o diretor Valdir dos Santos, buscam fazer um trabalho integrado com as comunidades vizinhas, reunindo Miguel Marinho e Ponte Nova.

“Essa solidariedade entre vocês é muito importante para vencer os desafios. Fico muito feliz de ver um grupo que não joga a responsabilidade dos problemas para a comunidade vizinha, mas trabalha junto. Tenho certeza que vocês terão grandes conquistas”, elogiou a deputada. O grupo vai construir uma unidade satélite da atenção básica de saúde, para atendimento das três localidades, com o apoio do mandato da deputada.

PontePretaTratada