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Margarida participa da Greve Internacional de Mulheres #EuParo

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) participará da greve internacional de mulheres, nesta quarta-feira, 8 de março. O movimento “Greve Internacional de Mulheres – se as nossas vidas não importam que produzam sem nós” é puxado por ativistas de mais de 40 países e propõe um dia sem mulheres no 8 de março.

“O Dia Internacional das Mulheres surge historicamente como revolta, como rebelião das mulheres contra o Governo Imperial Russo, que a rigor, elas derrubaram. Então, é preciso recuperar essa memória. Lógico que nós gostamos de receber flores, mas na situação em que estamos vivendo, o momento a ser reconhecido é o da luta. Principalmente, a luta pelos nossos direitos previdenciários”, destaca a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG).

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Reforma golpista é mais grave para as mulheres

“É uma piada macabra que, no Brasil, se fale de promover a igualdade entre homens e mulheres na idade da aposentadoria. Hoje, circulam na imprensa dados do PNAD e IBGE atestando que neste ano de 2017 as mulheres trabalham semanalmente uma jornada mais longa do que os homens. Também é sabido que as mulheres recebem em média 30% a menos da remuneração  masculina. Além disso, as dificuldades da mulher no trabalho fora de casa são dificuldades manifestas, por exemplo, na escassez de mulheres em posição de direção nas empresas, organizações e também na política. Então, esse trajeto obstruído da mulher na direção ao poder demonstra com clareza que sua vida é muito mais difícil que a dos homens. Nesse momento, falar de igualdade na hora da aposentadoria é de fato inaceitável. Por isso que a luta das mulheres nesse ano de 2017 deve-se centrar nessa violência máxima que é a redução dos direitos previdenciários e a mesma idade dos homens e das mulheres para aposentar”

Mulheres são sub-representadas no Legislativo

O Brasil é hoje o país com a quinta maior população do mundo, mas em uma lista de 190 países, estamos na posição 154 no ranking de participação política, com pouco mais de 10% de mulheres na Câmara dos Deputados, atrás de países como a Etiópia (38% de participação feminina) e dos Emirados Árabes Unidos (22,5%), países que nem mesmo se estruturam como democracias.