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Margarida Salomão apoia e convoca todos para mobilizações em defesa da democracia

Defender a democracia, os direitos dos trabalhadores, a Petrobras e a reforma política. Essas são as bandeiras que os movimentos sociais irão levantar durante duas grandes mobilizações de rua em todo país nas próximas semanas. A primeira acontece no dia 7 de abril, e a segunda, em 1º de maio, Dia do Trabalhador.

A deputada federal Margarida Salomão apoia o movimento e reafirma a importância de irmos às ruas lutar pela democracia brasileira. Nesse sentido, ressalta que a reforma política é imprescindível. “Estou confiante que essa disposição de voltar para as ruas e  debater com a sociedade, discutindo com franqueza os problemas do partido, abre para a esquerda brasileira uma nova perspectiva. Nesse caso, não se trata de defender o PT, e sim a sociedade brasileira e seus avanços sociais, sempre em direção a justiça”, afirma a deputada.

A Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou, na última sexta-feira (27), uma convocação à mobilização. “Diante do atual momento político do país, o Partido dos Trabalhadores é chamado a aprofundar as mudanças iniciadas pelos governos Lula e Dilma e a defender o projeto democrático, popular e socialista que orienta nosso partido ao longo destes 35 anos de história”, diz o documento.

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O primeiro evento da agenda de manifestações aconteceu na terça-feira (31) e contou com a presença do ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro foi realizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Trabalhadores do Brasil (CTB) e outros movimentos populares do campo e da cidade, na Quadra dos Bancários, em São Paulo.

Lula relembrou o diálogo mantido pelos governos do PT com os movimentos sociais. “Com a Dilma vocês podem negociar. Se fosse tucano, nem em Brasília vocês chegavam”, disse. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, também participou do evento.

O partido relembra também a importância do 5º Congresso Nacional, que será realizado entre os dias 11 e 14 de junho, em Salvador (BA). Para a legenda, o momento deve ser encarado como uma oportunidade de defesa da sigla e do projeto de país construído ao longo dos governos Lula e Dilma.

Antes da etapa nacional, acontecerão, em abril, congressos municipais e etapas livres do 5º Congresso do PT. Em maio, serão realizados congressos estaduais em preparação para a etapa nacional.

Agenda de mobilização

2 de abril – participar dos atos dos movimentos sociais em defesa da reforma política, contra a PEC 352/2013 e pela devolução por parte do ministro do STF, Gilmar Mendes, da ação que torna inconstitucional o financiamento empresarial de campanha (“Devolve, Gilmar”);

7 de abril – participar do Dia Nacional de Lutas, convocado pela CUT e outros movimentos sociais, com concentração em Brasília contrária à votação do PL 4330, da terceirização, na Câmara dos Deputados, e mobilização nos demais estados com a pauta ampliada em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobras e da reforma política;

Abril – Congressos Municipais e etapas livres do 5o Congresso do PT;

1o de Maio – Participar e organizar com as centrais sindicais e os movimentos populares uma grande mobilização da pauta da classe trabalhadora no 1o de Maio, a exemplo do que foi o dia 13 de março;

Maio – Congressos Estaduais do PT e etapas livres do 5o Congresso do PT;

11 a 14 de junho – 5o Congresso Nacional do PT.

Leia a circular do PT Nacional, na íntegra:

“Companheiras e companheiros,

Diante do atual momento político do país, o Partido dos Trabalhadores é chamado a aprofundar as mudanças iniciadas pelos governos Lula e Dilma e a defender o projeto democrático, popular e socialista que orienta nosso partido ao longo destes 35 anos de história.

É hora de mobilização e de ir às ruas em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores, da Petrobras e das reformas democráticas e populares, como a reforma política, a lei da mídia democrática, uma reforma tributária progressiva com imposto sobre as grandes fortunas e as reformas urbana e agrária.

Além disso, participaremos nos estados e nacionalmente das diversas iniciativas de articulação de frentes e fóruns populares, que reúnam movimentos sociais, centrais sindicais, partidos, juventudes, intelectualidade progressista e trabalhadores da cultura, em defesa da democracia e de uma plataforma de reformas estruturais.

O PT defende os direitos de reunião e livre manifestação, mas repele manifestações de golpismo, intolerância e ódio. Diante destes, sairemos às ruas em defesa da democracia e das nossas bandeiras. Democracia sempre mais, ditadura nunca mais.

Ao mesmo tempo, nos dedicaremos à realização dos congressos municipais e etapas livres do 5o Congresso do PT em abril, dos estaduais em maio e da etapa nacional, de 11 e 14 de junho, que deve ser encarado como um momento de defesa do PT e do nosso projeto político, de debate sobre a estratégia e programa partidário e das mudanças necessárias ao partido para seguirmos mudando o Brasil.

Para isso, convocamos cada militante e dirigente do Partido dos Trabalhadores a participar ativamente da mobilização do partido e dos movimentos populares nas próximas semanas. Aos diretórios municipais e estaduais, orientamos que convoquem plenárias com a militância do PT, reúnam as instâncias partidárias para debatermos coletivamente a conjuntura e as tarefas do nosso partido.”

Rui Falcão
Presidente Nacional do PT

Romênio Pereira
Secretário-Geral do PT

Bruno Elias
Secretário Nacional de Movimentos Populares do PT”