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Margarida Salomão comemora demissão do procurador que agrediu ex-mulher

Nesta terça-feira (5), o plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu, por 12 votos a dois, pela demissão do procurador da República Douglas Kirchner, acusado de submeter a esposa a tortura e cárcere privado em Rondônia. De acordo com o processo, ele teria batido na mulher com cinto e presenciado agressões da pastora da Igreja Evangélica Hadar, Eunice Batista Pitaluga, com um cipó. A vítima ainda tinha acesso restrito a alimentação e era privada de itens básicos de higiene pessoal.

“É uma notícia importante. É uma grande vitória no campo do fortalecimento das instituições. As atitudes que lhe foram atribuídas e comprovadas são impróprias para qualquer pessoa, ainda para um membro do Ministério Público, de quem se requer compostura, respeito aos direitos humanos e um senso de responsabilidade que vinha sendo contra o comportamento desse procurador”, destaca Margarida Salomão (PT-MG).

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A maioria do CNMP entendeu que o comportamento de Douglas Kirchner feriu a imagem do Ministério Público. Como o procurador ainda não havia completado o período de dois anos de estágio probatório, a pena de demissão pode ser aplicada sem a necessidade de ajuizamento de ação de perda de cargo.

A advogada de defesa Janaína Paschoal — uma das autoras do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff – afirmou que irá recorrer da decisão. Kirchner é um dos responsáveis pela investigação que analisa se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticou tráfico de influência no BNDES.

Fonte:  Revista Fórum