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Margarida pede unidade para que mulheres estejam no centro do poder

Ou nós nos unimos e ocupamos o centro do poder ou vamos nos juntar todo ano para reclamar e contar histórias tristes e comoventes. Nós queremos contar histórias de vitórias”, enfatizou a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) que passou o 8 de março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, em Belo Horizonte.

A deputada lembrou que o atual governo ilegítimo é fruto de um golpe machista e misógino, que além de acabar com a Secretaria Especial de Mulheres, fez reformas que atingem diretamente a população feminina, retirando direitos e programas sociais. “Nada mais hipócrita do que homens políticos, golpistas, me desejando hoje feliz Dia da Mulher. Eles se juntaram naquele circo de horrores, agradecendo a Deus, agradecendo às mulheres deles e tiraram a única mulher eleita presidenta do lugar máximo de poder”, afirmou.

Margarida ressaltou que o 8 de março é um símbolo da luta de classes atravessada pelas questões de gênero e raça. “Essa mudança passa, fundamentalmente, por eleger mais mulheres. Se não fizermos isso, vamos continuar lamentando. E nós queremos mais do que isso”, finalizou.

Audiência pública e ato em BH

A deputada esteve na Audiência Pública da Comissão Extraordinária de Mulheres, da ALMG, a convite da deputada estadual Marília Campos e no ato público com participação de coletivos de mulheres de todo o estado de Minas Gerais. “Este ato é um verdadeiro gol de placa. Afinal, o primeiro passo para acabar com o preconceito, a misoginia e o machismo é denunciá-los”, destacou.

Visita ao Hospital Sofia Feldman

Margarida Salomão visitou o hospital Sofia Feldman para reforçar a campanha pela manutenção do local como referência mineira na área do parto humanizado. Ela vai indicar R$ 200 mil para o custeio por meio de emenda parlamentar. A deputada também participou do abraço ao Sofia, junto com trabalhadores, trabalhadoras, usuários e movimentos sociais. Defensora do parto humanizado, Margarida, quando reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora, criou a Casa de Parto que foi fechada pelo reitor seguinte.