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Margarida Salomão é entrevistada pela Rádio Globo Juiz de Fora

A deputada federal Margarida Salomão participou neste domingo de eleição (27) de uma sabatina com os jornalistas da emissora e com o também deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG). Entre os temas abordados, reforma política, fake news e as perspectivas para 2019.
Leia alguns tópicos da entrevista da deputada: “A Câmara, de forma geral, não tem o devido acompanhamento da imprensa.  O Bolsonaro é uma pessoa que aparece pela sua extravagância.  O poder de um deputado é tão grande ele pode tirar um presidente. Tudo que um deputado federal vota acaba batendo já sua vida. Você não vai resolver o problema do bairro. É necessário que as pessoas saberem exatamente o que faz cargo público.
 reduzida
Reforma política 
A verdade é que a cada “reforma política” a situação piora. Vira um reboco eleitoral. Reforma política sem levar em conta a proporcionalidade é mentira. Gera uma distribuição de forças no congresso com grande artificialidade. Grande estados ficam sub-representados. Além disso, hoje, pessoas muito ricas estão disputando eleições em condições de muita desigualdade com outras pessoas. O autofinanciamento é uma ofensa à democracia”.
“O fato de ter bancadas não partidárias é problemáticos. As lideranças são dos partidos. A organização paralela é inevitável.
Olhando nas democracia consolidados você tem poucos partidos. 30 partidos demonstra uma elasticidade que não existe. Não temos 30 ideologias. Tem um conjunto de interesses. Não um conjunto de programa”.
 
Fake news
Essa foi a eleição da multiplicação das mentiras. O que é novo é a tecnologia que deu uma potência a mentira em situações não imagináveis.  Mentiras veiculadas com essa potência acabam se tornando verdade. De uma forma geral, a imprensa não cobre a câmara. Noticia do que é pitoresco, mas como de fato funciona o Parlamento é impenetrável. Por isso é tão fácil mentir. O que vamos fazer?
Eleições atípicas
A última semana do primeiro turno foi a tempestade da mentira pelo zap. Com recursos empresariais. Mentiras pagas com recursos vedados por legislação e não registrados. Essa Câmara e esse Senado estão contaminados por esse processo.  São eleições atípicas. Desde o Impeachment, em função desse desdobramento, você tem o impedimento da participação do Lula, que era disparadamente o primeiro colocado. Um deles tornou-se o candidato muito depois das eleições. O tempo da TV ficou contaminado. Esse é um segundo turno que não tem debate. Isso tudo contamina e prejudica a democracia no Brasil.