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Margarida Salomão indica mais de um milhão para instituições referência em parto humanizado

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG), reforçando seu forte compromisso com a defesa da saúde e da autonomia da mulher, tem feito indicações ao orçamento para garantir o funcionamento de instituições referência no parto humanizado em Minas Gerais: Hospital Risoleta Tolentino Neves e Hospital Sofia Feldman. Ambos hospitais enfrentam dificuldades devido à drástica redução de repasses estaduais e federais. Ao todo, a deputada já indicou aproximadamente R$1,38 milhão, sendo R$748,6 mil pela bancada mineira e R$630,38 mil por emendas individuais.

O Hospital Sofia Feldman já recebeu R$ 200 mil de emendas individuais da deputada Margarida Salomão, em 2018. Outros R$ 248,6 mil foram cadastrados para este ano na emenda de bancada. Já o Risoleta Neves aguarda a liberação pelo Ministério da Saúde da emenda individual de R$ 430,38 mil para compra de equipamentos e receberá mais R$ 500 mil da emenda da bancada mineira, por intermediação da deputada.

“Precisamos ensinar ao ministério da Saúde que a redução da ‘violência obstétrica’ se dá com investimento em parto humanizado, em trabalhos e formação profissional nesse sentido, e não em evitar o uso do termo”, observou a parlamentar, mencionando o comunicado que foi emitido no início do mês.

Trajetória de atuação pela humanização do parto

Margarida Salomão foi reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora entre 1998 e 2006. No período, inaugurou em dezembro de 2001 a terceira Casa de Parto do Brasil, em convênio com o Ministério da Saúde, dedicada exclusivamente à prática do parto normal. Aproximadamente mil gestantes deram à luz no local, com absoluta segurança e de forma humanizada. Infelizmente, o reitor seguinte fechou a unidade, o que reforça a luta da deputada para que essas práticas sejam tomadas como políticas de estado e independam da vontade dos gestores.

Presença na ALMG

A deputada participou da audiência pública  sobre violência obstétrica e direitos reprodutivos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, proposta pela deputada estadual Marília Campos (PT), realizada no dia 20 de maio. Na ocasião reforçou o seu compromisso de atuar pela aprovação do PL 7.867/2017, de autoria da ex-deputada federal Jô Moraes, que dispõe sobre medidas de proteção contra a violência obstétrica e de divulgação de boas práticas para a atenção à gravidez, parto, nascimento, abortamento e puerpério.