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Margarida Salomão participa de Conferência sobre Mulheres com a presença da presidenta Dilma

A deputada Margarida Salomão (PT/MG) participou nesta terça-feira (10) da 4º Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres na companhia de outros congressistas como as deputadas Érika Kokay (PT/DF), Jandira Feghali (PCdoB/RJ) e Benedita da Silva (PT/RJ). A presidenta da República, Dilma Rousseff, discursou no evento que acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

 

A conferência reafirma os princípios norteadores da Política Nacional para as Mulheres, aprovados na 1º Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. A autonomia em todas as dimensões da vida, a busca por igualdade efetiva, o respeito à diversidade e o combate a todas as formas de descriminação são alguns deles.  “O discurso mobilizou as mulheres presentes pela coragem e determinação da presidenta, que faz mais do que a defesa do seu próprio mandato. Ela é uma pessoa séria, honrada, e que ama o Brasil”, afirmou a deputada Margarida Salomão.

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Ao comentar o processo de impeachment, Dilma afirmou estar cansada, mas não da maneira com que seus adversários gostariam. “Quero dizer a vocês que não estou cansada de lutar. Estou cansada dos desleais e dos traidores. Tenho certeza que o Brasil também está cansado dos desleais e traidores, e é esse cansaço que impulsiona minha luta cada dia mais”, disse a presidenta que ainda diria mais sobre os golpistas. “Temos de dar nomes aos bois. Este é um processo conduzido pelo ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e pelo vice-presidente. Os dois proporcionaram ao país esta espécie moderna de golpe, feito rasgando a Constituição”, concluiu.

 

A presidenta Dilma disse que é vítima de uma injustiça, e que é uma figura incômoda aos golpistas. Afirmou também que a renúncia nunca passou pela sua cabeça e que tem força de sobra para resistir. “A nossa força não está em sermos ferozes, raivosos, a nossa força está em sermos lutadoras, guerreiras, sensíveis e capazes amar”, declarou. “Eu carrego comigo os 36 milhões de brasileiros que saíram da pobreza, os 11 milhões que moram em casa própria com o programa Minha Casa Minha Vida, os 63 milhões que não tinham atendimento médico e agora têm com o Mais Médicos”, concluiu a presidenta, citando ainda os usuários do Prouni e do Pronatec.