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Margarida Salomão protocola representação contra o Ministro do Turismo por uso de candidaturas laranjas

“Nunca teremos uma representação política equilibrada enquanto persistirem as fraudes, e fraudes com gênero”, declarou a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG), ao protocolar uma representação na Comissão de Ética da República contra o Ministro do Turismo e presidente do PSL mineiro, Marcelo Álvaro Antônio, pelo uso de candidatas laranjas. O documento foi entregue na tarde desta quarta-feira (20).

A deputada lamentou a situação do Palácio do Planalto. “É trágico termos um governo caracterizado como laranjal. Enquanto deputada, mulher, fico extremamente indignada que recursos públicos destinados às candidaturas femininas sejam usados para irregularidades contra, inclusive, a candidatura delas mesmas”, frisou.
Além de Margarida, assinam a representação os parlamentares petistas Affonso Florense (BA), Alexandre Padilha (SP), Assis Carvalho (PI) e Rui Falcão (SP). “Queremos providências, apuração do mal feito e punição, para que as mulheres não sejam, mais uma vez, prejudicadas e oprimidas na disputa política”, encerrou. Nesta quinta-feira (21), a parlamentar também entrará com ação popular solicitando o afastamento do ministro.

 

O caso

Denúncias divulgadas recentemente na imprensa apontam que o ministro teria comandado um esquema criminoso do Partido Social Liberal (PSL), na eleição de 2018 em Minas Gerais, com o objetivo de desviar recursos públicos para proveito próprio ou de pessoas próximas.

A professora aposentada Cleuzenir Barbosa prestou depoimento ao Ministério Público mineiro, apresentando conversas pelo aplicativo WhatsApp em que Haissander de Paula, assessor do então deputado federal Marcelo Álvaro Antônio, ordenava que a candidata transferisse R$ 30 mil dos R$ 60 mil que ela recebeu do fundo partidário para a conta da gráfica de um irmão de Roberto Soares, coincidentemente também ex-assessor do atual Ministro do Turismo e coordenador da campanha do candidato, em 2018, na região do Vale do Aço (MG). Cleuzenir afirmou à imprensa que teme pela sua vida e de seus familiares e atualmente vive em Portugal.