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Margarida Salomão repudia ações violentas na manifestação contra o PL da terceirização

“Uma conduta completamente inapropriada. Um excesso de reação diante do direito democrático dos cidadãos e sindicalistas de se manifestarem. É lamentável que isso tenha levado a um confronto tão grave”, afirmou a deputada federal Margarida Salomão sobre a violência sofrida pelos manifestantes na tarde desta terça-feira (7), durante protesto contra o Projeto de Lei 4330/04, que regulamenta a terceirização da mão de obra.

Desde o início da manhã desta terça  (07), integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), da União Nacional dos Estudantes (UNE), entre outros movimentos sociais, mobilizaram atos contra a aprovação do projeto em todo o país.

A proposta permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função. Atualmente, esse tipo de contratação é permitida apenas para a chamada atividade-meio, e não atividade-fim da empresa. “É um retrocesso, nós corremos o risco de ter uma explosão de trabalho terceirizado no Brasil, causando um forte prejuízo para a representação sindical dos trabalhadores e, portanto, para a luta pelos seus direitos. Essa proposta precariza o trabalho, e nós temos que ser veemente contra”, declara.

Margarida Salomão acompanhou de perto situação dos manifestantes que foram detidos pela polícia. “Isso reflete claramente a política da Casa. Limites precisam existir, isso é claro, porém, manifestantes merecem ser tratados com mais civilidade e diálogo”, acrescenta a deputada.

Segundo o relator do projeto, deputado Arthur Maia (SD-BA), a Câmara iniciará nesta quarta (8) a votação do texto. Na sessão desta tarde, os deputados analisarão pedido para que a matéria tramite em regime de urgência, ou seja, possa ser votada diretamente no plenário e não precise passar por comissões.

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