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Margarida vai buscar solução para o HU junto ao Ministério da Educação

Margarida com reitor

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) vai buscar junto ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante, uma solução para o impasse que vive o Hospital Universitário (HU) da UFJF. De volta à Brasília nesta terça-feira, 19 de março, a parlamentar pretende agendar, imediatamente, uma reunião com o chefe da pasta. A expectativa é conseguir uma audiência com Mercadante após a volta do ministro de Roma, quando a deputada irá pedir ao ministro a abertura de vagas efetivas, a serem preenchidas via concurso público, a fim de possibilitar o pleno funcionamento do hospital.

Em reunião nesta segunda-feira, 18 de março, com o reitor da UFJF, Henrique Duque, Margarida foi informada de que não há problema entre o governo federal e a instituição juiz-forana. Segundo informou Duque, os repasses destinados ao custeio do HU estão sendo realizados normalmente. A questão esbarra no repasse relacionado ao pessoal vinculado à Fundação de Apoio ao HU e às empresas terceirizadas, impedidas de receberem verba federal desde dezembro de 2012, por força da lei.

“Vou buscar uma audiência com o Aloizio Mercadante, para pedir a criação de novos códigos de vagas e solucionar, de forma permanente, o problema envolvendo o pessoal do HU. Segundo me informou o reitor Henrique Duque, os repasses para manutenção e compra de medicamentos, por exemplo, está ocorrendo normalmente. Porém, a universidade está impedida de repassar qualquer valor para o pessoal que não é efetivo, já que a comunidade escolheu por não aderir à empresa pública que deveria operar dentro do HU, em vez da fundação”, afirma Margarida.

A notícia foi repassada a representantes do Comitê de Defesa do HU, logo após o encontro com Duque. “A intermediação será feita junto ao Ministério da Educação porque entendemos que esses cargos e carreiras que precisam ser criados são próprios da educação, já que o HU não é um hospital qualquer e sim um hospital voltado para o ensino, a pesquisa e a extensão. Por isso, o quadro de servidores a ser gerado precisa ser um quadro universitário. Nesse caso, nosso interlocutor é o MEC.”