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Ministério Público Federal, em Juiz de Fora, recebe pedido de alunos de Viçosa para a suspensão do prazo de inscrição no SISU

Presidente do INEP e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiram erro na correção das provas.

 

Estudantes que prestaram o Enem na cidade de Viçosa, acompanhados de pais e de um advogado, entraram, nesta segunda-feira (20/01), com o pedido para que o MPF atue na suspensão do prazo de inscrição no SISU até a resolução dos problemas das correções da prova. De acordo com os alunos, suas notas estão muito abaixo do normal nas provas do segundo dia (Ciências da Natureza e Matemática).

 

A deputada federal Margarida Salomão, como coordenadora da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, está acompanhando de perto as ações do governo federal para apurar as falhas do Enem e tomando todas as medidas possíveis para que os candidatos não sejam prejudicados.

O mandato esteve junto com os candidatos e pais de alunos de Viçosa, no Ministério Público Federal em Juiz de Fora.

Marcos Valverde, estudante de 18 anos, que deseja uma vaga em Medicina, acompanhou o grupo até o MPF.  “É frustrante você pagar cursinho, fazer um investimento nos estudos e ter que passar por essa situação por erro dos outros”, declarou o aluno que acredita que era para ter uma pontuação próxima a 800.

A candidata Luiza Fontes, 19 anos, quando conferiu sua nota, chegou a ligar para o INEP, mas a resposta não foi suficiente. “Quem me atendeu começou a ler o edital do programa, dando explicações sobre o TRI. Eu disse para ela que o edital eu já tinha lido, eu queria agora uma solução para este erro.”

Ao chegarem até o Ministério Público Federal de Juiz de Fora, o grupo foi atendido pela procuradora Zani Cajueiro que se comprometeu a encaminhar com urgência para Belo Horizonte, uma vez que é uma questão de impacto nacional.

A Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, publicou a seguinte nota sobre o assunto:

NOTA DA FRENTE PARLAMENTAR PELA VALORIZAÇÃO DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

Ao contrário do que vem sendo alardeado pelo ministro da Educação, sabe-se agora que a edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio foi marcada por falhas importantes, que geram apreensão a milhares de candidatos. As “inconsistências”, que, segundo o governo, haviam sido registradas apenas no segundo dia das provas, também ocorreram no primeiro dia do exame, conforme relatos de estudantes. A um dia da abertura das inscrições para o Sisu, enquanto o governo não oferece respostas, candidatos temem ser prejudicados pelas falhas. Outros problemas já haviam sido registrados nesta edição. Por exemplo, uma foto com a proposta de redação vazou minutos após o início da prova. Erros acontecem, mas a ocorrência deles pode ser minimizada com gestão e responsabilidade. As mudanças no comando do Inep, órgãõ o responsável pela elaboração e aplicação do Enem (foram três trocas de presidentes em menos de um ano), vai na contramão do cuidado que deve pautar a realização de Exame tão complexo. Cabe ressaltar também que a excessiva preocupação com suposta “ideologia” nas provas, que permeou o debate sobre o tema, não contribuiu para o principal: o aprimoramento dos procedimentos e processos para impedir erros. O importante, agora, é que o governo esclareça o que aconteceu e os motivos que levaram a essa falha, identificar sua abrangência, e indicar claramente de que forma será́ feita a correção das notas, de modo que não haja prejuízo aos candidatos afetados, o mais rápido possível.

Margarida Salomão – PT/MG

Alice Portugal – PCdoB / BA
Danilo Cabral – PSB/PE
Edmilson Rodrigues – PSOL/PA
Túlio Gadêlha – PDT/PE