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Pimentel estranha recuo do governo sobre gasoduto de Uberaba

Candidato da coligação Minas Pra Você reafirma compromisso com a obra e cobra explicações do governo sobre PEC 68, que abre caminho para a privatização da Gasmig, mas foi retirada de pauta pela base tucana na Assembleia. “Se era urgente, por que retiraram de pauta?”, questiona

Belo Horizonte (12 de agosto) – O candidato a governador pela coligação Minas Pra Você, Fernando Pimentel (PT), disse hoje “estranhar” o recuo do governo na Assembleia Legislativa em relação à construção do gasoduto que ligará Queluzito (região metropolitana de Belo Horizonte) a Uberaba (Triângulo Mineiro). E reafirmou seu compromisso em realizar a obra.

O gasoduto é considerado fundamental para abastecer a fábrica de amônia que a Petrobras está construindo no município, com investimentos de R$ 2 bilhões. A amônia é matéria-prima para a produção de fertilizantes para a agricultura. Hoje, o Brasil é fortemente dependente de importações do produto.

“Eu estranho muito essa mudança de postura do governo e de sua base parlamentar. Eles estão devendo uma explicação sobre o gasoduto a todos os mineiros e mineiras”, disse o candidato. A declaração de Pimentel foi feita depois que o governo do estado retirou ontem (11) a PEC 68 da Assembleia Legislativa.

A PEC facilitava a privatização da Gasmig, responsável pela construção do gasoduto. Os recursos obtidos com a venda da estatal, segundo o governo do estado, seriam destinados à construção do gasoduto. Sem a PEC, o governo ainda não se pronunciou sobre como pretende viabilizar o projeto.

O governo mineiro conta com ampla maioria na Assembleia Legislativa. A base parlamentar governista é integrada por 56 deputados, de um total de 77. Para aprovar a PEC, seriam necessários 48 votos. Ou seja, se quisesse, o governo poderia aprovar a PEC no Legislativo.

“O governo do estado precisa dizer por que a privatização da Gasmig, que antes era urgente, agora deixou de ser. Era tão urgente, segundo o governo do PSDB, que eles sequer se dispuseram a conversar, a dialogar, a explicar melhor essa operação de privatização, que diziam ser fundamental para o gasoduto”, disse Pimentel.

Segundo o candidato, falta transparência e seriedade ao governo nesta questão. “Não estão tratando a questão do gasoduto com a devida prioridade. A construção do gasoduto é urgente, tem de ser feita o quanto antes. Mas tem de ser feita com transparência, com discussões sobre qual modelo é o mais adequado”, afirmou.

Pimentel lembrou que o gasoduto será importante fator de desenvolvimento para o Triângulo e a para a agricultura mineira. “Somos favoráveis ao gasoduto e já assumimos o compromisso de fazer a obra assim que chegarmos ao governo. É uma das obras mais importantes para o estado, vai gerar empregos em Uberaba, no Triângulo e nas demais cidades por onde vai passar. E, principalmente, vai viabilizar a fábrica de amônia da Petrobras, fundamental para a região”, frisou.

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