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Mudanças sociais no Brasil

Senhoras deputadas, senhores deputados

Esta semana foi aberta com a divulgação de duas pesquisas que contribuem decisivamente para clarificar a nova realidade socieconômica brasileira, definida pelas mudanças implementadas no país nos últimos dez anos. Tanto o trabalho “Vozes da Nova Classe Média”, lançado ontem pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, como o estudo que mede o índice de Gini nos municípios, remetem para uma nova realidade: é em função a ampliação do emprego e da renda familiar que o Brasil tem se tornado um país mais justo.

O trabalho assume-se assim como a força motriz que tem proporcionado o surgimento desta nova classe média – ou, para citar a conclusão do professor Jessé Souza, da Universidade Federal de Juiz de Fora – a formação da nova classe trabalhadora brasileira. Os números divulgados são bastante claros. Nos últimos anos, o país viu crescer número de postos de trabalho de 76 para 92 milhões, o que permitiu alcançarmos o menor índice de desemprego de nossa história.

Paralelamente, deve ser lembrada a prioridade dada pelos governos Lula e Dilma à política de valorização real dos salários. Nos últimos anos, a renda per capita brasileira cresceu em 33%. Deste valor, 59% se deve à melhoria da renda do trabalho por adulto. Ou seja, a política de valorização do trabalho responde por mais da metade da melhoria da qualidade de vida no país, o que se reflete de como quase que homogêneo nos municípios, que viram sua desigualdade se reduzir em 80% na última década.

Nós, brasileiros e brasileiras, devemos ter orgulho de, depois de tantos anos, ver a miséria ser praticamente reduzida a zero no país. Isso se deve fundamentalmente à ousadia e a criatividade do governo Lula em implementar políticas de transferência de renda, como o Bolsa Família. De modo semelhante, os dados aqui trazidos demonstram que devemos igualmente nos orgulhar de sermos também um país que busca a igualdade social a partir do trabalho, de políticas coerentes e igualmente ousadas de valorização dos salários e da renda familiar. Somo assim, um país das trabalhadoras e dos trabalhadores.