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“Querem manchar e macular a Universidade. Querem invadi-la para depois destruí-la”, afirma Margarida Salomão

A deputada federal Margarida Salomão afirmou que a condução coercitiva do reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramirez, e da vice-reitora, Sandra Regina Goulart Almeida, promovida pela Polícia Federal durante a Operação Esperança Equilibrista é uma violência inadmissível contra a Universidade brasileira.
“Essa tentativa de criminalização das universidades vai na mesma triste tendência escolhida pelos inimigos da pátria que primeiro acusaram a Petrobrás para depois privatizá-la. E agora também com a Universidade. Querem manchar e macular a Universidade. Querem invadi-la para depois destruí-la”, afirmou a presidente da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais.

Durante sua fala no plenário da Câmara dos Deputados, Margarida ressaltou o papel de luta pela liberdade da Universidade e do estado de Minas Gerais. “Nós aqui vamos lutar e derrota-los. Ninguém pisa impunemente na UFMG. Ninguém pisa impunemente na Universidade pública. E ninguém pisa impunemente em Minas Gerais. Minas Gerais é a terra da liberdade. A sede do nosso governo chama Palácio da Liberdade. Fizeram um ataque no lugar errado. Erraram de endereço”, finalizou.