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Voto feminino completa 82 anos e Margarida defende mais representatividade para as mulheres

Voto-mulheres

Nesta segunda-feira, 24 de fevereiro, o voto feminino completou 82 anos. A permissão para que as mulheres elegessem seus representantes foi dada, através do Decreto-Lei 21.076, pelo então presidente Getúlio Vargas, em 1932. Embora não permitisse o voto de todas as mulheres, apenas as que tivessem renda própria poderiam exercer esse direito, foi um importante passo para a conquista da cidadania feminina.

Para a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) a participação das mulheres na política ainda é tímida. “Conseguimos o direito ao voto com muita paixão e também com muita dificuldade. Entretanto, a efetividade desse direito, a expressão política das mulheres, ainda está muito longe de representar a realidade social”. Margarida destaca o fato de as mulheres serem a maioria da população brasileira e as que mais se filiam a partidos políticos. “Hoje no Brasil as mulheres constituem mais da metade da população, no último ano, a filiação feminina aos partidos políticos superou a masculina e, no entanto, elas são representadas no Congresso Nacional por uma quantia ainda ínfima. Na Câmara, por exemplo, são apenas 44 mulheres em um universo de 513 deputados”.

A solução para reverter esse quadro está na reforma política. A parlamentar acredita que a reforma proposta pelo PT vai garantir o empoderamento das mulheres. “Se considerarmos a própria composição política da direção do PT, podemos dizer que respiramos ares mais democráticos, uma vez que metade é composta por mulheres. Com a reforma teremos no Congresso uma representação mais realista, mais eficaz e, sem dúvida, mais democrática”.