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“Morosidade da Justiça para julgar o Mensalão Tucano impressiona”, afirma Margarida Salomão

A morosidade da justiça para julgar o caso do mensalão tucano em Minas Gerais é impressionante. Nada mudou no processo contra o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB) desde março de 2014, quando foi enviado do STF (Supremo Tribunal Federal) à Justiça de Minas Gerais. “É crucial que a justiça seja imparcial, rápida e puna a todos sem distinção partidária. Essa morosidade pode levar a algumas pessoas a levantar suspeitas sobre o caso. Afinal, o crime pode prescrever em 2018”, destaca a deputada federal Margarida Salomão (PT-MG).

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O mensalão tucano é apontado pelo Ministério Público Federal – MPF​ como um esquema de desvio de R$ 3,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões, corrigidos) de empresas públicas mineiras para financiar a fracassada campanha de reeleição de Eduardo Azeredo, em 1998. Este foi o primeiro político a utilizar os serviços do publicitário Marcos Valério de Souza para financiar campanhas políticas.

Mesmo após 17 anos (e apesar de todos os indícios de crime – incluindo a renúncia de Azeredo ao cargo de deputado federal – o que fez com o processo voltasse à primeira instância),

ainda não temos nenhuma sinalização de indiciamento do ex-governador. Vale lembrar que Azeredo chegará aos 70 anos em 2018, quando as acusações apontadas pela Procuradoria-Geral da República​ prescreverão e ficarão impunes.

Leia a matéria na íntegra.

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